10 December

Serreta

   

Vulcões submarinos: são aqueles que estão abaixo da água. São bastante comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na dorsal meso-atlântica. São responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo. Um exemplo deste tipo de vulcão éo vulcão da Serreta no Arquipélago dos Açores.

 

 

 

Vulcão da Serreta é a designação dada a uma zona de fundos marinhos sitos a oeste da costa da ilha Terceira, Açores, frente à povoação da Serreta, onde têm ocorrido erupções submarinas frequentemente. Estas erupções têm ocasionalmente sido acompanhadas por actividade sísmica, como ocorreu em Maio e Junho de 1867, ou apenas por microssismos. A erupção que se iniciou a 1 de Junho de 1867 projectou grandes colunas de vapor e de ejecta em altitude, saindo da superfície do mar, e deixou um baixio, a Baixa da Serreta, que ainda subsiste. A erupção de 1998/1999 ocorreu a profundidade bem maior (500 a 600m), não provocando sismos sentidos. Nesta última erupção, as rochas atingiam a superfície apenas como "balões" de gás que explodiam e se afundavam de imediato. Poderão ter ocorrido entretanto outras erupções que não foram detectadas dada a profundidade em que ocorreram.

 

 


Publicado por JDavid às 08:30:00 - Sem comentários

05 December

 

VULCÃO CHAITÉN - CHILE

 

O vulcão de Chaitén entrou em erupção em 2 de Maio de 2008 após séculos de inactividade. Além de expulsar lava e rocha, este deu origem a uma intensa tempestade eléctrica.

 

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O Chile tem a segunda maior cadeia vulcânica do mundo. Este vulcão entrou em erupção pela primeira vez em 9000 anos.

 

A erupção formou densas nuvens de cinzas vulcânicas que atingiram cerca de 20 km de altura, cobrindo as áreas envolventes ao vulcão, e observando-se, também, a queda de cinzas na Argentina. As autoridades declaram estado de alerta dada a densa queda de cinzas em alguns locais, e disponibilizaram água potável e mais de 10.000 máscaras de protecção das vias respiratórias.

 

A nuvem de cinzas quentes, gás e rocha derretida era mantida no alto pela pressão das constantes erupções, mas poderia dispersar totalmente, cobrindo 6 KM da cidade-fantasma de Chaitén com gás aquecido, cinzas e rochas derretidas

A nuvem de cinzas progrediu sobre a Argentina e o Oceano Atlântico. A actividade vulcânica ter-se-á intensificado na passagem do dia 07 para o dia 08 de Maio, observando-se a emissão de cinzas e piroclastos, o que forçou a evacuação de alguns militares e de 10 civis que ainda permaneciam na cidade de Chaitén, localizada a 10 km a SW do vulcão, para a localidade mais próxima, Puerto Cárdenas. Também se registaram odores muito intensos a enxofre..
Naquele momento Chaitén ficou toda coberta por uma camada de cinzas com espessura de 30 cm; chegando mesmo a atingir 1.5 metros em alguns locais  .

As duas crateras, situadas no lado norte do domo, coalesceram, formando apenas uma cratera com um diâmetro de cerca de 800 metros,  que conteve a lava lançada e evitou que essa escorresse em direcção a Chaitén .

O registo geológico do Vulcão Chaitén mostra que a actividade vulcânica passada consistiu em eventos explosivos com produção de escoamentos piroclásticos, associadas a colapsos de domos, e queda de cinzas.

 As ruas do povoado ficaram vazias e cobertas por uma densa camada de cinzas.

Evacuacao

Milhares de pessoas tiveram de ser evacuadas dum raio de 30 quilómetros em volta do vulcão Chaitén, que fica a 760 quilómetros da capital do país, Santiago, tendo sido evacuadas mais de 4500 pessoas nas cidades de Chaitén e Futaleufu, situadas, respectivamente, a 10 km a SW e a 160 km a SE do Vulcão Chaitén. As autoridades definiram uma zona de emergência com raio de 50 km em volta do edifício vulcânico.

Em Chaitén, todos os 5.000 habitantes deixaram a localidade, apenas os efectivos da Polícia e da Marinha circulavam por lá, além de alguns jornalistas e fotógrafos.

Como parte lava escorreu para os vales, ela teria demorado 20 minutos para chegar a Chaitén, a dez quilómetros do vulcão, onde foi realizada uma operação para remover, por mar, as pessoas que permaneciam no local.

. A província de Palena, a 1.220 quilómetros de Santiago e cuja capital é Chaitén, não tem vias terrestres que a liguem ao resto do país. O recrudescimento da erupção na terça-feira seguinte deu início a uma rápida operação para evacuar a já quase fantasma localidade de Chaitén.

 

Tempestade eléctrica sobre o vulcão em erupção

 

 

Os casos de tempestades eléctricas directamente sobre vulcões em erupção estão bem documentados, apesar de os cientistas não serem unânimes quanto às suas causas.

 

A gigantesca erupção do vulcão Chaitén, no sul chileno, produziu imagens impressionantes. As mais incríveis, que raiam o inacreditável, foram registadas no dia 3 de Maio durante uma tempestade eléctrica registada junto à nuvem de gases e cinzas do Chaitén Relâmpagos em grandes erupções sempre foram motivo de controvérsia científica. Os cientistas agora acreditam que os vulcões podem produzir dois tipos de tempestades eléctricas durante uma erupção: O primeiro tipo, ocorre logo após o fim da erupção. O ar muito quente e com alta energia choca com a atmosfera resfriada, gerando raios como uma tempestade eléctrica comum. O segundo tipo de relâmpagos foi uma surpresa para estudiosos que publicaram um artigo neste ano na revista Science, em que o magma e as rochas expelidas com grande carga eléctrica geram faíscas contínuas e caóticas nas proximidades da cratera do vulcão.

Consequências do vulcão de Chaitén.

 

  • Boa parte das cinzas cobriu cidades argentinas e depositaram-se no fundo no rio Chaitén, que transbordou devido às fortes chuvas.

 

  • Muitos residentes hospedaram-se nas casas de familiares e amigos, mas perderam seus meios de sustento e não têm ideia de quando poderão voltar a Chaitén, se é que poderão voltar.

 

  • A chuva de cinzas, que cobriu a área com uma camada de mais de quatro centímetros, também mantém Chaitén e outras localidades às escuras, ao impedir a passagem da luz solar.

 

  • A nível da saúde comunitária, insiste-se em dizer que a cinza não é tóxica, mas muitos residentes começam a queixar-se de ardor nos olhos, de problemas respiratórios de e da água suja.

 

  • A cinza poluiu lagos, rios e lagoas, assim como revestiu plantas e pastagens.

 

  • Foram emitidos alguns milhares de toneladas de dióxido de enxofre.

 

  • A vida nos ecossistemas das florestas de pinho e de ciprestes, habitados, entre outros, por pumas e por uma espécie rara de cervos será seriamente afectada.

 

 

Quando os fenómenos naturais poluem grandes áreas, além da destruição local, como é o caso do Furacão Chaitén que entrou em erupção no Sul do Chile - são muitas comunidades, mesmo as localizadas a milhares de distância, como é o caso de Buenos Aires (2.000 km de distância), sofrem as consequências desastrosas e suas populações padecem com problemas respiratórios e muitos outros inconvenientes e desconfortos. Animais e plantas também sofrem os efeitos devastadores desta nuvem poluidora, sendo a própria natureza que vai promover um novo equilíbrio pela adaptação do ecossistema.

 

Após 5 meses

 - As famílias de Chaitén foram apoiadas com alojamento em edifícios escolares e municipais, tutoria psicológica e alguns subsídios governamentais para agricultores e famílias em geral.

 

- A 26 de Outubro deste ano, estes votaram em eleições municipais em quatro cidades diferentes e elegeram um novo Presidente e cinco Vereadores desta região destruída ambientalmente. Esperam uma decisão final do governo para reconstruir a sua cidade de origem e respectivos serviços num local mais seguro.

 

Andreia Filipa Bragança Paisana

 nº3 10ºB


Publicado por Andreia às 22:39:47 - Sem comentários

Vulcões causaram aquecimento há 55 milhões de anos

    O aquecimento sofrido pela Terra há 55 milhões de anos foi causado por erupções vulcânicas na Gronelândia e na região ocidental das Ilhas Britânicas. A actividade vulcânica ocorreu durante a chamada "máxima térmica Paleoceno-Eoceno" que causou um aumento de 5°C nos trópicos e de mais de 6°C no Árctico.

    As conclusões são de cientistas do Centro de Oceanografia e Ciências Atmosféricas da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos. Segundo os geólogos, as erupções e a contaminação atmosférica resultante, causaram o que é chamado de "emergência planetária".

    As erupções e o aquecimento global estão ligados, o que constitui uma semelhança para o que ocorre hoje. Vestígios do aquecimento foram encontrados em resíduos marítimos, assim como evidências geológicas de que as erupções ocorreram ao mesmo tempo. Mas até agora não tinha sido criado uma ligação directa entre os fenómenos. Em alguns lugares do planeta, o aquecimento foi muito rápido, e, noutros, muito lento, tal como actualmente.

    A ligação entre a actividade vulcânica e o aquecimento global surgiu da correlação dos registos fósseis examinados pelos cientistas; caracterizou-se por enormes mudanças na composição carbono-isotópica dos oceanos e pela corrosão das camadas de plâncton, assim como pela extinção de alguns organismos do fundo dos oceanos.

    Também se relaciona a separação física da Groenlândia e do continente europeu - que formavam um só bloco - confirmada por meio da análise das camadas de cinzas depositadas quando houve as erupções vulcânicas.

    Considera-se que os gases que causam o efeito estufa, entre eles o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4), actualmente produzidos pela actividade industrial, doméstica, entre outras, são os componentes principais da poluição e do aquecimento global.

    Este estudo é importante porque documenta a reacção do planeta à libertação de grandes quantidades de gases poluentes na atmosfera; e correlaciona um importante acontecimento vulcânico com um período de aquecimento global.

Fonte: revista Science

Dalila Romão  nº6  10ºB


Publicado por Dii às 07:42:00 - Sem comentários

04 December

61 DIAS DE TERROR

Em Portugal, actualmente a zona de maior actividade vulcânica é o arquipélago dos Açores.

Desde o  povoamento da ilha de São Miguel, aproximadamente em 1444, houve apenas quatro erupções vulcânicas terrestres. Duas delas verificaram-se no vulcão das Furnas. O vulcão das Furnas é o que se situa mais a Este do arquipélago e é considerado por vários investigadores como um dos vulcões mais perigosos dos Açores. Será então sobre ele que incide este trabalho.

Durante os últimos 3000 anos, as erupções neste vulcão ocorreram em média de 370 em 370 anos, apesar de as as últimas quatro se terem dado com menos de 200 anos de intervalo.

Vou falar apenas de uma, uma que marcou a história, que devastou a ilha e que provocou a perda de vidas humanas, a erupção de 1630.

1630:Ano da Cinza

No dia 2 de Setembro, por volta das vinte horas e meia, começaram a ocorrer grandes sismos na ilha de São Miguel, que, a cada minuto ficavam mais frequentes e mais intensos, aterrando os habitantes.

No dia seguinte, por volta das duas horas e meia da madrugada, uma explosão fortíssima vem agravar a situação. A erupção dá-se numa cratera denominada Lagoa Seca das Furnas e foi tão potente que secou completamente uma outra lagoa, a Lagoa Rasa, que tinha uma profundidade de 55 metros e dois quilómetros de largura.

A ilha ficou coberta durante 3 dias por uma nuvem de fumo que chegou mesmo à ilha de Flores, obrigando assim que todas as pessoas acendessem tochas para se conseguirem ver uns aos outros. A camada de cinzas nalgumas zonas distantes da erupção excedeu 1,5 m de espessura. A camada de pedra pomes flutuante impedia a navegação nas proximidades da ilha, impedindo a ajuda maritima.

O fenómeno permaneceu activo durante vários dias, matando 191 pessoas, destruindo a vegetação e acabando com o gado.

A erupção terminou a 2 de Novembro de 1630, isto é 61 dias depois do seu início.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Sofia Dias  Nº2  10ºB

Fontes: 

  • http://w3.ualg.pt/~rrocha/hist.htm
  • http://ribeiraquente-historia.blogspot.com/2008/08/erupo-vulcnica-de-1630.html
  • http://www.acores.net/forum/viewtopic.phpt=2195&sid=1d0b4c86716e7f4f3834b9e3bf767f76


Publicado por air às 01:57:59 - Sem comentários

22 November

Sismo mais violento registado nos últimos 30 anos

 O sismo mais violento dos últimos 30 anos ocorreu no dia 26 de Dezembro de 2004. O sismo teve epicentro no mar (logo, devendo ser considerado como maremoto) a oeste da ilha de Sumatra no Oceano Índico.

 




O abalo teve uma magnitude sísmica de 9,0 na escala de Ritcher sendo assim o mais violento registado desde 1960 e um dos cinco maiores dos últimos 100 anos. A seguir ao maremoto seguiu-se um tsunami com 10 metros de altura que devastou as zonas costeiras.

 

Qual a causa deste sismo?

 

O sismo foi causado por ruptura na zona de subducção onde a placa tectónica da Índia mergulha por baixo da placa da Birmânia.

A área de ruptura está calculada em cerca de 1,200 km de comprimento e a deslocação relativa das placas em cerca de 15 m. Este deslocamento pode parecer pouco, mas em condições normais as placas oceânicas movimentam-se com velocidade da ordem do milímetro por ano.

A energia libertada provocou o terramoto de magnitude elevada, enquanto que a deslocação do fundo do oceano, quer das placas tectónicas quer de sedimentos remobilizados pelo abalo, deram origem ao tsunami e alteração na rotação da Terra.

 

Quais as consequências a nível humano?

 

O número de mortes procadas por esta catástrofe rondava os 150.00 mas, elevou-se para 220.000 quando o governo da Indonésia suspendeu as buscas por 70.000 desaparecidos, tendo estes sido considerados mortos.

 

 

 

Os países mais afectados foram:

 

-> Sri Lanka, com milhares de mortos e milhões de desalojados;

->Índia, onde algumas ilhas foram totalmente submersas;

->Indonésia, na ilha de Sumatra;

->Tailândia;

->Malásia;

->Ilhas Maldivas, onde dois terços da capital foi inundada;

->Bangladesh.

 

 

 

 

Quais as consequências a nível geológico?

 

Este terramoto alterou em 2,5cm a posição do Pólo Norte.

Afectou a forma da Terra, variou uma parte em 10 milhões, tornado a Terra mais redonda.

Diminuiu ainda o comprimento dos dias, em 2,68 microssegundos, pelo que a Terra gira um pouco mais rápido do que o fazia antes.

Todas estas mudanças são demasiado pequenas para serem apercebidas sem instrumentos.

 

Nuno Silva   Nº 20    10º B


Publicado por Nuno Silva às 21:47:30 - Sem comentários

19 November

Novo Ciclo Geológico da Terra pode estar a começar ...

 

Novo ciclo geológico da Terra pode estar a começar junto à Península Ibérica (Portugal Continental)

Há vulcões em Portugal?

Um vulcão é considerado adormecido se teve erupções recentes ou se tem, à superfície, manifestações de actividade, como fumarolas. É declarado extinto se não teve manifestações exteriores de actividade nos últimos 10 mil anos e quando é provado que no seu interior não há massas de calor ou magma que o faça entrar em actividade.

No caso de Portugal, os vulcões, existentes neste, encontram-se extintos, porém a hipótese de que o planeta pode estar a entrar num novo ciclo geológico, com uma zona de subducção a sudoeste da Península Ibérica, e a ideia de que um novo período de actividade vulcânica possa existir não está excluída. "Com base na distribuição dos sismos, há quem diga que podemos estar a entrar num novo ciclo geológico, que poderá ter como consequência o vulcanismo", afirmou o geólogo José Francisco, da Universidade de Aveiro.

Fig. 1. Vulcão em actividade

Como poderá ocorrer este novo período de vulcanismo?

Pensa-se que junto da placa oceânica sob a placa continental, está a ocorrer um fenómeno de subducção, zonas onde o limite das placas tectónicas é convergente, isto é, a placa continental está a ficar sobre a oceânica, o que vai fazer com que se dê, de forma parcial, a fusão do manto/crusta terrestre e tendo como consequência o Vulcanismo.

De uma forma genérica, o fenómeno de subducção ocorre como ilustrado pela figura seguinte:

Fig. 2. A dinâmica das placas tectónicas

 

O que causa erupção vulcânica?

Segundo vários especialistas, a actividade vulcânica é anunciada por:

 

 - Aumento da temperatura do solo com meses de antecedência;

 - Aumento da sismicidade;

 - Variação dos campos magnético e gravimétrico.

 

A erupção vulcânica resulta do acumular de energias durante um certo e longo período de tempo e de um conjunto de factores externos, como uma conjugação de fases da lua e do sol e a existência de forças laterais e verticais na crusta terrestre.

 

Já houve actividade vulcânica em Portugal Continental?

Na Faixa Piritosa Ibérica, que abrange o Baixo Alentejo e continua para Espanha, o vulcanismo submarino teve forte expressão no início do período Carbónico (360 a 300 milhões de anos), levando à formação de jazigos minerais como a mina de Neves Corvo, a mais importante em actividade em Portugal.

No entanto, tantos milhões de anos passados, os vestígios estão erodidos, sendo muito difícil saber qual a morfologia do aparelho vulcânico que existiu no Alentejo, pois tanto pode ter assumido a forma de cone vulcânico como pode ter-se apresentado sob a forma de fissuras que expeliram lava.

Em Sines, também são detectáveis "duas ou três chaminés", assinalando ainda a existência de um complexo vulcânico no Algarve. Associado à Serra de Monchique, este complexo teve sinais de actividade há 72 ou 75 milhões de anos, sendo ainda observável uma chaminé vulcânica na Praia da Luz, perto de Lagos.

Os vestígios de actividade surgem ainda noutras regiões, como no Distrito de Leiria (Nazaré, Peniche, Caldas da Rainha, Leiria) mas, seja devido ao desgaste causado pela passagem dos anos ou ao desconhecimento de quem é leigo na matéria, não é fácil detectá-los.

 

Conclusões

No entanto, e para nosso descanso, os fenómenos de vulcanismo, desenvolvem-se de forma contínua e lenta, e só poderão ocorrer dentro de milhões de anos. Esta teoria de um novo período de vulcanismo é, contudo, rejeitada pela generalidade dos investigadores.

Fontes:

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=26769&op=all - Ciência Hoje

http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_de_subducção - Wikipédia Portugal

 

 

 


Publicado por DCarreiro às 20:30:00 - Sem comentários

17 November

Cientistas descobrem rocha capaz de absorver CO2

Uma rocha encontrada, principalmente, em Omã (Península da Arábia), pode ser usada para reter dióxido de carbono, o que reduziria as emissões de gases do efeito de estufa.

Quando o dióxido de carbono (CO2) entra em contacto com a rocha peridotito, o gás transforma-se em minerais sólidos, como a calcita.

Segundo especialistas, esse processo natural pode ser amplificado em 1 milhão de vezes para que minérios subterrâneos possam acumular permanentemente pelo menos 2 bliões das 30 biliões de toneladas de CO2 emitidas anualmente pela humanidade.

A rocha peridotito é a rocha mais comum do manto terrestre (a camada directamente abaixo da crusta). Ela também aparece na superfície, como em Omâ, nas ilhas de Papua-Nova Guiné e Nova Caledónia (Oceânia), na costa do Mar Adriático e, em menores quantidades, na Califórnia.

O custo de extracção da rocha, por enquanto, ainda é muito caro.

Na experiência-piloto, os pesquisadores injectaram água quente contendo CO2 pressurizado dentro da rocha peridotito. Segundo eles, de 4 a 5 biliões de toneladas de CO2 poderiam ser armazenadas por ano na rocha peridotito de Omã e arredores, caso seja usada paralelamente uma técnica desenvolvida na Universidade Columbia, que usa "árvores" sintécticas para extrair o carbono do ar.

Grandes países emissores de CO2, como os EUA, a China e a Índia, onde não existem superfícies abundantes desta rocha, terão de encontrar outras formas de capturar ou reduzir as emissões.

 

imagem da rocha peridotito

 

                                                 Cláudia Nunes n.º 5 10º B


Publicado por klaudia às 08:30:00 - Sem comentários

 

 

Pegada Ecológica

 

 

 

A expressão Pegada Ecológica é uma tradução do Inglês ecological footprint.

A Pegada Ecológica constitui uma ferramenta de gestão de recursos que mede a área de solo e água que a população humana necessita para produzir os recursos que consome e para assimilar os seus resíduos sob a tecnologia corrente. Assim, a pegada ecológica corresponde à área produtiva do planeta que a população humana (ou um país, uma cidade, uma comunidade, um indivíduo) apropria para seu usufruto e subsistência. Este conceito foi utilizado pela primeira vez em 1992 por William Rees, Professor na British Columbia University. Este método foi desenvolvido pelo próprio, em co-autoria com Mathis Wackernagel no livro, "A nossa Pegada Ecológica - Reduzir o Impacte Humano na Terra" (Our Ecological Footprint - Reducing Human Impact on the Earth) de 1996.

 

A Pegada Ecológica, ao fornecer um indicador da sustentabilidade ambiental, permite a consciencialização, a alteração dos padrões de consumo e a tomada de acções pelo indivíduo e pela comunidade de modo a alcançar uma Humanidade que viva com os meios de um planeta.


     Um olhar interessante da Pegada Ecológica é a comparação do seu resultado com os valores da riqueza e recursos naturais de um país. Na generalidade, os países ricos e com poucos recursos naturais são os que apresentam uma maior pegada em detrimento dos países em vias de desenvolvimento.

 

 Com o advento da globalização, os recursos que utilizamos são produzidos em várias áreas do globo. Deste modo, a nossa pegada ecológica - e as fronteiras da sua subsistência - corresponde à soma de várias áreas distribuídas por todo o planeta.   Para a estimativa da Pegada Ecológica são utilizadas estatísticas oficiais que retratam o consumo de produtos, serviços e actividades da população em causa a vários níveis: alimentação, energia, mobilidade e transporte, habitação, bens de consumo e serviços.

Para calcular a Pegada Ecológica é necessário somar o contributo de todos os componentes que podem causar impactes ambientais, tais como:

  • área de energia fóssil (representa a área de deveríamos reservar para a absorção do CO2 que é libertado em excesso )
  • terra arável (representa a área de terreno agrícola necessária para suprimir as necessidades alimentícias da população)
  • pastagens (representa a área necessária para criar o gado em condições minimamente "razoáveis"
  • floresta (representa a área de floresta necessária para fornecer madeira e seus derivados e outros produtos não lenhosos)
  • área urbanizada (representa a área necessária para a construção de edifícios).

Podes calcular a tua Pegada Ecológica na página do Earthday  introduzindo os dados do teu próprio consumo. O valor da tua pegada é comparado com a média de Portugal (5.2 hectares por habitante) e do Mundo (2.2 hectares por habitante). Ficas ainda a saber quantos planetas seriam necessários para a nossa existência sustentável se toda a Humanidade tivesse o teu padrão de consumo.

 

Torna-se necessário mudar rapidamente os nossos hábitos de consumo para que a Pegada Ecológica diminua de tamanho.


Publicado por jprp às 03:52:07 - Sem comentários

06 November

 

Estarás já consciente do que podes fazer pela Terra?

 

 

O EFEITO DE ESTUFA

 

  •  Cerca de metade da energia solar absorvida pela superfície da Terra faz com que a água evapore. Quando esta água condensa, liberta energia que provoca as tempestades, de chuva e neve.

 

  •  A superfície da Terra arrefece libertando o seu calor. Quanto mais quente estiver, mais calor libertará; quanto mais calor libertar, mais quente ficará.

 

  •  Apenas uma parte da quantidade de calor emitida pela superfície passa pela atmosfera, directamente para o espaço.

O restante é absorvido pelas moléculas dos gases com efeito de estufa, que contribuem para que este calor se mantenha na atmosfera e seja devolvido para a superfície. Se a concentração destes gases aumenta, aumenta também o aquecimento da atmosfera e da superfície da Terra, impedindo a libertação de calor - efeito de estufa.

 

DIFERENÇAS NOS TRANSPORTES

 

Muitos são os factores de poluição do globo terrestre. Um dos principais factores é os transportes, que emitem cerca de 33% dos gases com efeito de estufa.

Mas, comparado ao efeito causado por cada passageiro, estes valores variam de transporte para transporte.

Por exemplo:

 

  •  Um barco de passageiros é 60 vezes menos poluente do que um automóvel

 

  •  Os automóveis são responsáveis por 51% das emissões causadas pelos transportes; os transportes ferroviários são apenas responsáveis por 2%.

 

  •  O comboio é o veículo com melhor relação velocidade - poluição.

 

  •  O avião é o veículo com menor eficiência energética de todos.

 

  

EM PORTUGAL

 

As piores perspectivas anunciam, até ao ano de 2010, um aumento de 6ºC na temperatura média e uma subida de 59cm no nível do mar. Se tal vier a acontecer, o clima de Portugal ficará mais quente e seco, com duas estações mais longas e bem vincadas, sem transições.

Este cenário poderá levar a fenómenos extremos mais frequentes, como: secas, cheias e ondas de calor e de frio. Soma-se a isto a alteração no tipo de culturas agrícolas e a possibilidade do aparecimento de doenças tropicais.

 

                                                                                                    

 

Joana Canheto -  Nº09  - 10ºB

 


Publicado por cacau às 08:15:00 - Sem comentários

26 October

A Tectónica de Placas na Formação dos Continentes

 

Richard Carlson, investigador do Departamento do Magnetismo Terrestre do Instituto Carnegie, de Washington constatou para a revista Science que no norte do Canadá, mais propriamente na baía de Hudson, foram descobertas rochas metamórficas, cuja datação efectuada  por isótopos radioactivos, de largo período de decaimento nela presentes, revelaram que a sua formação ocorreu entre os 3,8 e 4,28 biliões de anos.

A Terra ter-se-á formado há 4,6 biliões de anos. As amostras mais antigas, gneisses canadianos, datam de 4,03 biliões de anos.

Esta nova descoberta, para além de fazer recuar cerca de 250 milhões de anos o conhecimento do aparecimento das primeiras rochas, o primeiro material sólido na Terra primitiva, trouxe um conjunto de informações relevantes.

A análise da sua composição química revelou que é idêntica às rochas vulcânicas que se formam quando do choque de placas tectónicas, permitindo assim entender melhor a génese da formação da Crosta.

Esta descoberta é importante porque são muito escassos os vestígios rochosos, deixados pela dinâmica terrestre ao longo da sua existência, devido à sua permanente reciclagem. Os responsáveis são a movimentação das placas tectónicas e a erosão.  

Os geólogos suspeitam que o movimento das placas continentais é cíclico e que se juntam em cada 500-700 milhões de anos formando um único supercontinente. O mais recente é o Pangeia, formado há 300 milhões de anos, de cuja desagregação, deriva, motivada pela movimentação das placas, resultaram os actuais continentes.                   

Os continentes são as partes emersas das sete placas tectónicas que se movem por acção das correntes de convecção do Manto. Na colisão de placas, uma mergulha sob a outra no que se designa por subducção. O lado oposto da placa parte, separa-se, e permite que o magma do Manto ascenda à superfície para preencher o vazio. Esta nova crosta oceânica que se vai formando, embora mais fina é muito mais densa que a das placas que transportam os continentes. Assim eles, as placas de que fazem parte, nas zonas de subducção cavalgam as do chão marinho e continuam emersos.

O resultado é que os continentes mantêm a sua forma por centenas de milhões de anos, deslizando vagarosamente como barcos vogando numa superfície líquida. Podem colidir e até virem a juntar-se todos num enorme supercontinente. A divisão do Pangeia deu-se há 100 milhões de anos.

Caminhamos para um novo supercontinente. Deverá estar formado daqui a 250 milhões de anos já que estamos a meio do ciclo.

            O oceano Pacífico está a fechar-se resultante da colisão da Eurásia com a costa ocidental das Américas.  A África está a mover-se para Norte, continuando o seu choque com a Eurásia. A península italiana, que faz parte da placa  africana, colide com a Europa nos Alpes, que continuam a elevar-se. A serra Nevada, no sul da península ibérica, também. A Austrália caminha para o Norte rumo ao sul do continente asiático. Irá colidir com a Indochina.

  Embora não seja consensual na comunidade científica os trajectos que as diferentes massas continentais vão descrever, estão de acordo de que se caminha para a formação de um Novo Pangeia.

 

 Ana Monteiro nº1 10ºB


Publicado por Ana Monteiro às 00:13:06 - Sem comentários

25 October

O Aquecimento Global

 

 O Mundo está a aquecer

         O aquecimento global é uma realidade que se desenrola diante dos nossos olhos. Os Inuit da América do Norte vêem esse futuro no gelo que desaparece, nos ursos polares esfomeados e nas migrações irregulares das baleias. As populações da América Latina até ao Sudoeste Asiático vêem-no em furacões mortais, no desabamento de terras, nas chuvas intensas e nas inundações. Os Europeus no desaparecimento dos glaciares alpinos, nas secas mediterrânicas e nas tempestades inesperadas.

          Tudo isto revela que o mundo durante um milénio ou mais pouco aqueceu. E provavelmente nunca aqueceu tão rapidamente como nos últimos 30 ano, um período em que as influências naturais sobre as temperaturas globais, tais como as manchas solares, deverias, pelo menos, ter-nos arrefecido.

           É difícil não concordar com a maioria dos climatologistas, que afirmam que estamos a assistir a uma mudança climatérica provocada pelo Homem.

 

 Qual vai ser o nosso futuro?

                  No melhor dos cenários: a emissão anual de CO2 no ano de 2100 será de cinco tetratoneladas, com uma concentração de 500 ppmpv (partes por milhão por volume), um aumento de temperatura de cerca de 1.5ºC e um aumento do nível médio dos mares.

                   No pior dos cenários: a emissão anual de CO2 em 2100 será de 30Gton, a concentração de CO2 atingirá 900ppmpv, a temperatura média da terra estará entre 4,5ºC a 6ºC mais elevada e o nível médio dos mares subirá bastante.

 

 

                                                                                                                     Trabalho realizado por:

                                                                                              João Viana nº 11 10º B

 


Publicado por Geogui às 03:32:02 - Sem comentários

Para ti... BOM FIM DE SEMANA:)


Publicado por fatimapires às 03:21:42 - Sem comentários

19 October

Grupo de investigadores pode ter descoberto as rochas mais antigas da Terra.

      Uma equipa de geólogos e cientistas da Universidade de McGill, Université du Québec em Montreal (UQAM) e a Carnegie Institution for Science em Washington, D.C. pensa ter descoberto o material rochoso mais antigo da crusta terrestre na baía de Hudson, no interior do Canadá, superando a até então “campeã de antiguidade” gnaisse acasta - rocha mais antiga, também descoberta no Canadá que datava de 4,03 milhões de anos.

    O cinturão rochoso de Nuvvuagittuq, de onde as rochas foram extraídas, tem sido estudado desde 2001. Porém, só recentemente, foi feita a datação absoluta das rochas, analisando a composição de isótopos dos elementos químicos samário e neodímio e concluiu-se que estes possam ter, aproximadamente, entre 4,2 milhões a 4,28 milhões de anos. Contudo, esta análise envolveu “radioactividade extinta” no caso do isótopo samário-146, pois este já não existe na Terra tendo-se transformado no isótopo neodímio-142.

    Estas descobertas de idades tão significativas são muito importantes no conhecimento da história da Terra. Sendo estas rochas as mais aproximadas da origem do próprio planeta (pois pensa-se ter aproximadamente 4,6 milhões de anos), esta rocha pode ser uma das primeiras páginas da história da Terra. O’Neil, um dos investigadores, afirmou que estas rochas podem fornecer informações sobre a formação dos continentes, sobre condições atmosféricas e possivelmente a origem da vida. Além disso, a sua composição química aparenta ser semelhante à dos fundos oceânicos, que têm sido sobrepostos aos continentes. Isso sugere que o processo das placas tectónicas, remodelação e movimentação dos continentes já poderia ter começado muito antes do que se pensa sobre a Terra.

 

old-rocks
 Cinturão rochoso de Nuvvuagittuq
  Fontes:
http://www.vulcaodepocos.com.br/curiosidade/noticias.asp?ID=1142, 13/10/2008
http://www.cbc.ca/canada/story/2008/09/25/oldest-rocks.html, 14/10/2008
Beatriz Afonso nº4, 10ºB

Publicado por BeatrizAfonso às 09:00:00 - Sem comentários

18 October

A Evolução da Atmosfera Terrestre .

Quando a Terra se formou há cerca de 4600 Milhões de anos, inicialmente não tinha Atmosfera, permitindo assim a entrada de objectos vindo do espaço com bastante frequência.Devido há enorme actividade no interior da Terra, esta era coberta por enormes rios de Lava e grandes quantidades de gases provindos das Erupções Vulcânicas. Com a libertação desses gases constituiu-se assim a Atmosfera Primitiva que era constituída essencialmente por Azoto, Dióxido de Carbono e Água no estado Gasoso (Vapor de Água).O arrefecimento da Terra ao longo dos anos fez com que a Atmosfera ficasse com grandes quantidades de Vapor de Água, levando assim à existência de precipitação e consequente criação dos Mares e Oceanos.

 

  

     Apesar da criação da Atmosfera Primitiva, esta ainda não continha Oxigénio, porém quando as radiações ultravioletas atingiram a superfície terrestre fizeram com que algumas moléculas se desintegrassem (Por Exemplo: H2O→2H2+O2 ) surgindo assim o Oxigénio à face da Terra, sendo que há cerca de 2100 a 2300 Milhões de anos começou a ser libertado para a Atmosfera.

Neste momento existe uma Atmosfera Oxidante na Terra (constituída essencialmente por Oxigénio e Azoto ), que foi criada há cerca de 1500 Milhões de anos levando a partir desse momento ao grande desenvolvimento da vida na Terra.

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Como Surgiu ao certo a Atmosfera Oxidante?

Com o aparecimento de seres Fotossintéticos, estes começaram a transformar dióxido de carbono existente na atmosfera em oxigénio, possibilitando assim o aparecimento de vida mais complexa há face da Terra.

Com a absorção de dióxido de carbono um dos mais abundantes na Atmosfera Primitiva, houve uma redução gradual desse gás na atmosfera e um aumento do Oxigénio devido à consequente formação, passando assim ao longo de Milhões de anos a existir a Atmosfera actual (Oxidante), com grandes quantidades de Oxigénio e predominância do Azoto.

Informações e Imagens retiradas de:

http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/atmosferaterrestre.htm

                                                                                                                                                                                                                                Guilherme Ramos nº 8 10ºB


Publicado por Geogui às 17:19:22 - Sem comentários

17 October

Afinal, como se extinguiram os dinossaúrios?

A Extinção dos dinossáurios é uma das questões mais actuais. Sabe-se que estes desapareceram misteriosamente do planeta há 65 milhões de anos.

Mas afinal o que aconteceu? Os dinossáurios que viveram durante centenas de milhares de anos não poderiam desaparecer assim. Mas eles não foram os únicos, tanto os répteis marinhos, como as amonites (enormes moluscos marinhos), para além de muitas espécies vegetais também se extinguiram.

Ao longo do tempo tentaram explicar este acontecimento, aparecendo assim muitas hipóteses com causas geológicas (resultam do interior da Terra) e causas cosmológicas (resultam do exterior da Terra), mas até hoje ainda não foi possível elaborar uma teoria, pois nenhuma destas hipóteses foi devidamente fundamentada.

Algumas dessas hipóteses são:

  • Vulcanismo: Acredita-se que durante o final do período Cretáceo, com o movimento das placas continentais, um intenso processo de vulcanismo teria lançado na atmosfera uma espessa camada de poeira de enxofre que levou ao aumento do efeito de estufa e ao aumento da temperatura e, para além de bloquear a passagem de luz do Sol, viria a provocar a queda de chuvas ácidas, destruindo as fontes de alimento dos dinossáurios e levando-os à morte.
  •  Doenças: Propôs-se que os dinossáurios desenvolveram novas doenças e que sendo migratórios por natureza, acabavam por levar as doenças para outras regiões, contaminando outros dinossáurios.
  • Meteoro: É a teoria mais aceite e difundida em todo o mundo. Uma enorme cratera de vários quilómetros de diâmetro encontrado no Golfo do México evidência que há 65 milhões de anos um enorme meteoro caiu na Terra, provocando uma explosão de grande impacto. A própria explosão matou milhares de animais, não só onde houve a queda, como também por milhares de quilómetros de distância. O impacto causou ainda inúmeros terremotos e erupções vulcânicas que expeliram lava e gases tóxicos que destruíram extensas áreas do planeta.

Todos os seres vivos estão à mercê da extinção, incluindo os seres humanos. Entender a extinção dos dinossáurios é uma forma também de prever qual será nosso futuro e se teremos condições de reverter a uma possível ameaça de aniquilação.

João Barroca nº12 10ºB


Publicado por JoaoBarroca às 08:30:00 - Sem comentários