e mais.
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Mais fotos...
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O dia em que limpámos a nossa Escola - as nossas fotos
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Quem somos nós?
September 24, 2006O meu nome é Bruna, tenho 10 anos e sou o número 1.
Dizem que eu desenho bem e que devia tirar o curso de Belas Artes.
Adoro a minha família e amigos.
Sou o Bruno, o nº2 e falto muito às aulas. Nunca trago equipamento para as aulas de Educação Física....
Olá, sou a Cláudia, sou o nº3 da turma.
Sou atenta ás vezes e outras vezes distraio-me.
Sou o Cláudio Monteiro, tenho 13 anos, sou o nº4.
Nunca faço nada e estou sempre a por os pés em cima das cadeiras!
Sou o Diogo, número 5.
Sou às vezes atento, outras vezes a Cláudia começa a falar comigo...
Podia tirar melhores notas mas sou um bocadinho preguiçoso!!!
Olá! Sou a Isabel e tenho 11 anos. O meu nº é o 6.Ponho sempre os pés em cima da cadeira....
Sou a Ivone, tenho 12 anos e sou o nº 7.Gosto de brincar com os meus irmãos.
Eu sou o João Ponciano, sou o nº8 e tenho dez anos. Gosto de desportos radicais. Não sou bom nem mau aluno mas podia ser melhor...
Olá! Eu sou o Ricardo, tenho 10 anos e sou o nº 9. Sou o chato da turma...
Sou a Margarida, tenho dez anos, sou o nº 10 da turma.
Tenho o cabelo e os olhos da mesma cor, são castanhos.
I love English, it is my favourite subject!!!
Eu sou a Marisa, nº 11.
Falo um pouco pelos cotovelos. Sou um bocado distraída. Às vezes estou na aula, outras vezes estou na lua. Sou um bocadinho preguiçosa.
Sou a Marta,nº12.Estou sempre virada para trás ou a falar com o vizinho do lado - o Ruben. Eu e o Miguel andamos em guerra a ver quem é o melhor.
Olá! Eu sou o Miguel Lambelho tenho 10 anos, sou o nº13;as pessoas dizem que sou convencido mas a verdade é que sou inteligente.
Sou a Patricia, tenho 10 anos sou o nº 14. Sou distraída, preguiçosa e se quisesse podia ser uma boa aluna.
Olá! Sou o Paulo, gosto "bué" de futebol, sou o nº 15 do 5ºD. Dizem que falo pelos cotovelos. 5º D é o 5º de Portugal porque nosso grupo no Mundial é o "D".
Sou o Ruben do 5ºD. Sou o nº16 e estou sempre distraído.
O meu nome é Sebastião, tenho 10 anos, sou o nº17 desta turma.
As pessoas dizem que escrevo bem, mas isso é o que se acha.
Não sou o melhor, mas também não sou o pior.
O meu nome é Telma, tenho 10 anos e o meu número é o 18.
Sou baixa, simpática e magra. Gosto de jogar futebol.
Olá! Eu sou o Tiago, sou o nº19 e gosto de jogar computador.
Olá, sou o Tomás o nº20. Sou traquina e engraçado... ffice
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Um bico de obra
September 24, 2006
Este bico-de-obra é uma história problemática que acontece nos dias de hoje. ffice
Pedro era filho único, tinha um pai e uma mãe, mas era como se não tivesse, ou seja, estavam sempre ausentes e pagavam a sua ausência com cheques. Mas isso não o justificava. Pedro faltava às aulas, fazia disparates dentro da escola, e a paga era um recado na caderneta; caderneta onde as assinaturas eram falsificadas e os professores nem se preocupavam em confirmá-las.
Mas houve um dia em que Pedro fez muitos disparates e a partir desse dia, a vida de Pedro nunca mais foi a mesma.
Pedro, num dia de chuva, ia passeando, ia para casa, e aparecem dois homens e perguntam:
- Queres?
- O quê?
- Droga?
- Não!
- Vá lá, experimenta. Não te vais arrepender.
Pedro tomou, e quando ia tomar, já pela segunda vez, caiu no chão.
Nesse dia estava a chover o que dificultava as coisas, quanto mais tempo ficava no chão, mais sofria lesões cerebrais.
Não sei como foi, mas teve muita sorte, um professor que o já conhecia, desde o sétimo ano, ia para a escola e viu-o deitado no chão.
Chamou uma ambulância, avisou os pais de Pedro que também conhecia há anos.
Os pais, em estado de choque, dirigiram-se para o hospital.
No hospital, esteve em coma uma semana e meia. E só saiu um mês depois.
Os pais ficaram mais presentes e Pedro aplicou-se mais e já não tornou a fazer mais disparates.
Marta Diogo, nº12
04/03/2006
Bico-de-Obra
September 07, 2006Estava um belo dia especialmente no meu escritório. A luz do sol entrava pela janela dentro de uma maneira tão macia que até consegui descobrir porque é que a minha gata se deitava sempre ao sol.
O meu nome era para esquecer pois estava escrito e marcado na tabuleta da minha porta: Sraft Butler detective privado.
De repente, alguém bateu, não na minha cabeça, mas na minha porta, embora o som do bater me tenha posto zonzo. Fui abrir, e enquanto eu o fazia pensava para mim próprio que era outro caso chato para resolver. Bem, na verdade, era um cobrador e queria que eu paga-se a conta da luz. Eu disse-lhe para ele ir dar uma volta, mas ele disse que já tinha dado uma e tinha-se sentido óptimo. Assim que ele me disse aquilo eu passei-me, a resposta traumatizou-me como uma bola, rápida e eficaz, e por falar em arma, eu tinha uma no bolso. E assim apresentei-lhe a minha amiga do peito que de seguida a tinha apresentado à cabeça. O cobrador passou-se. Passou-se de tal modo que o cérbero dele cortou-se ao meio fazendo com que começava a fazer gestos de Kung Fu. Aquilo estava a ser idiota, mas uma coisa é certa, aquela arma era fatal. Depois da minha paralisação causada pelo espanto, o tipo foi aproveitado e tirou-me a arma. Eu não tinha escolha e pus as mãos no ar. Mas, o que ele não sabia, é que eu lhe ia dar uma tareia. Dei-lhe um pontapé no peito. De seguida, torci-lhe a mão, fazendo com que ele largasse a arma. Apliquei-lhe de seguida um pontapé no queixo. Quando o colaborador caiu por terra, disse-lhe que dali só levava um cêntimo. Bem, a verdade é que depois ele contou-me que só devia um cêntimo. Eu, boquiaberto, disse para mim mesmo 'ainda bem que só trabalhava de dia', pedi-lhe desculpa, paguei-lhe a dívida e ele foi-se embora.
Aquilo tinha sido uma coisa com um caso complicado, mas bem, eu era um detective privado.
Sebastião Lambelho
O retrato físico de Inês e do seu gato
September 07, 2006Inês, que sorriso tão triste... ffice
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Os teus olhos acastanhados são finos como a terra.
A tua pele branca lembra a neve a cair no chão da serra.
A tua boca é tão vermelha que parece um coração apaixonado.
O teu chapéu é tão colorido como a Primavera a sorrir.
Atrás de ti há um belo céu azul.
Os montes são lindos e verdes como a Primavera.
A relva verde é linda como a esperança.
O teu gato castanho fica sossegado ao teu colo.
Nome: Ivone Pereira
Número: 7
Maria dos olhos doces…
September 07, 2006Olha que sorriso tão aberto como um livro de poemas. Os teus olhos rasgados de infinita felicidade lembram duas estrelas acabadas de nascer. Os dentes são flores brancas molhadas de um leve chuvisco. Os cabelos fartos, de chocolate quente, derretem sobre o sol. As sobrancelhas são uma obra prima desenhadas, na perfeição por um pintor.
Texto colectivo
As memórias de uma caneta
June 13, 2006Marisa Alexandra Fernandes de Jesus N.º 11 em 18/1/2006